Neste post a Storyteller apelava aos leitores emparelhados que aumentassem a produção de bebés.
Aqui vai a minha singela colaboração.
"Tu podes, com certeza, conviver com os outros, mas nunca seres os outros. Eles podem ser muito bons, mas tu és sempre melhor porque és diferente e o único com as tuas características." Agostinho da Silva
Neste post a Storyteller apelava aos leitores emparelhados que aumentassem a produção de bebés.
Aqui vai a minha singela colaboração.
“Julgo que se olhássemos sempre para o céu, viriam a crescer-nos asas” Gustave Flaubert*
Recebi um inesperado telefonema de alguém, a quem me dediquei, que me deixou muito feliz.
Há cinco anos atrás, durante 30 meses, abracei uma causa da qual tenho imenso orgulho. Dediquei-me a ela com enorme alegria, bondade, compreensão, desprendimento e amor. O reconhecimento pelo meu trabalho não se cingiu a uma simples carta ou papel que na altura me foram entregues, prolongou-se no tempo. Este telefonema, o «obrigado» que ouvi vindo do outro lado do hemisfério, tocou bem fundo no meu coração.
A densidade dos nossos actos depende da dedicação e amor que ponhamos na nossa actuação.
Tal como escreveu G. Flaubert, este obrigado fez-me crescer asas.
Uma boa semana para todos.
*- Gustave Flaubert (nasceu no dia 12 de Dezembro de 1821, em Ruão – e morreu dia 8 de Maio de 1880, em Croisset) foi um escritor francês, um dos maiores escritores ocidentais. (fonte: Wikipédia)